Economia
A província de Sofala concentra este ano a maior quota de exploração de madeira no país, com 107 mil metros cúbicos autorizados.
A Zambézia surge com 102 mil metros cúbicos, enquanto Cabo Delgado regista 95 mil metros cúbicos.
Com a nova distribuição, o plano anual de exploração confirma a centralidade de Sofala e Zambézia na fileira florestal e evidencia a manutenção do peso estratégico de Cabo Delgado no sector, num cenário de procura de equilíbrio entre crescimento económico e sustentabilidade ambiental.
Juntas, as três províncias do eixo centro-norte somam 304 mil metros cúbicos, o equivalente a cerca de 55% da quota nacional fixada pelo Governo.
A distribuição prossegue com Tete (71.500 m³), Inhambane (43 mil m³), Manica (38 mil m³), Nampula (37 mil m³), Niassa (35.500 m³) e Gaza (26 mil m³).
Da distribuição para este ano, não consta qualquer volume autorizado para a província de Maputo .
No total, a quota anual foi fixada em 555 mil metros cúbicos. Segundo fonte oficial, o volume aprovado “mantém-se dentro dos limites de sustentabilidade apurados, assegurando o equilíbrio entre a exploração económica, a conservação ambiental e a reposição dos recursos florestais”.

Dados comparativos indicam que Sofala registou o crescimento mais acentuado face a 2025, passando de 80.575 para 107 mil metros cúbicos.
A Zambézia apresentou aumento moderado, enquanto Cabo Delgado teve ligeira redução, mantendo-se entre as maiores quotas provinciais.
Entre as espécies abrangidas constam pau-preto, umbila, chanfuta, mondzo, umbaua, jambirre, mutondo e chanate.
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