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Energia

Banco Mundial destaca potencial energético de Moçambique e sinaliza novos investimentos no sector
O Presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, destacou as potencialidades de Moçambique no sector energético, afirmando que, dentro de uma década, o país poderá tornar-se num dos principais centros de geração e distribuição de energia na região Austral de África.
Falando no último fim de semana, na vila de Songo, província de Tete, no final da sua primeira visita oficial ao país — que incluiu uma deslocação à Hidroeléctrica de Cahora Bassa e a outros projectos energéticos — Banga fez uma análise à matriz energética nacional e mostrou-se impressionado com a sua evolução.
“Se olharmos para os activos de Moçambique — hidroeléctrico, gás natural, eólico e solar — este país tem tudo para construir uma estratégia robusta de geração e transmissão de energia. Francamente, nesta região de África, ninguém tem a capacidade de fazer o que Moçambique pode fazer com os recursos de que dispõe”, afirmou.
Com vista a capitalizar estes activos, o dirigente revelou que decorrem negociações entre o Banco Mundial e o Governo moçambicano para mobilizar investimentos, através de modelos de parceria público-privada, com o objectivo de aumentar a capacidade nacional de produção energética.
“Estamos em conversações com o Governo de Moçambique para investir em mais 500 megawatts de energia a gás e, em paralelo, avançar com 400 megawatts de energia solar”, anunciou.
Na mesma ocasião, o Presidente da República, Daniel Chapo, reiterou o compromisso do Governo em continuar a diversificar a matriz energética nacional, com o objectivo de posicionar Moçambique como um verdadeiro hub energético da África Austral.

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