Agricultura

A recém-criada Câmara do Agronegócio de Moçambique (CAM) empossou, nesta terça-feira (26), os seus primeiros órgãos sociais, que terão a missão de materializar os objetivos da organização, definida como “a voz do agronegócio moçambicano”.
Os órgãos agora em funções são liderados pelo engenheiro Batista Guambe, empossado como presidente do Conselho Directivo.
A estrutura integra ainda o secretariado, a Mesa da Assembleia Geral e diversos pelouros temáticos, nomeadamente: Inovação e Tecnologia; Sustentabilidade do Agro; Cadeia Produtiva do Agro; Insumos, Máquinas e Implementos Agropecuários; Agroenergia; Conteúdo Local para o Agronegócio; Recursos Naturais; Cooperação Institucional; e Consultoria e Assistência Técnica.
No seu discurso de posse, Guambe reconheceu os desafios que se colocam ao setor, mas destacou que a CAM pretende contribuir para colocar a agricultura moçambicana “nos patamares condizentes com as potencialidades do país”.
“Estamos cientes dos desafios, mas as potencialidades que Moçambique possui justificam esta aposta. Queremos ser a chave das soluções para os problemas que emperram o desenvolvimento do agronegócio no país”, afirmou o presidente do Conselho Directivo.
Entre as primeiras iniciativas anunciadas, destaca-se a realização do primeiro Congresso do Agronegócio de Moçambique, a ter lugar em breve, que deverá servir para “analisar e discutir temas relevantes” sobre o setor e lançar as bases para a desejada mudança de paradigma.
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