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REVISTA TERRA A Voz do Agro e Ambiente
Cotações ICM
Cabo Delgado · Arroz: 28.12 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Mapira: 25.55 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Mexoeira: 40.83 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Milho: 17.46 MZN / kg (0%) Gaza · Arroz casca: 25.67 MZN / kg (0%) Gaza · Milho: 21.40 MZN / kg (0%) Inhambane · Arroz (casca): 41.00 MZN / kg (0%) Inhambane · Mapira: 60.00 MZN / kg (0%) Inhambane · Milho Branco: 48.33 MZN / kg (0%) Manica · Arroz: 22.50 MZN / kg (0%) Manica · Mapira: 16.58 MZN / kg (0%) Manica · Mexoeira: 15.04 MZN / kg (0%) Manica · Milho: 19.17 MZN / kg (0%) Maputo · Arroz: 70.63 MZN / kg (0%) Maputo · Milho Branco: 44.58 MZN / kg (0%) Nampula · Arroz: 22.00 MZN / kg (0%) Nampula · Mapira: 20.00 MZN / kg (0%) Nampula · Mexoeira: 30.00 MZN / kg (0%) Nampula · Milho: 19.32 MZN / kg (0%) Niassa · Arroz: 67.20 MZN / kg (0%) Niassa · Mapira: 15.00 MZN / kg (0%) Niassa · Milho: 15.61 MZN / kg (0%) Sofala · Arroz: 40.00 MZN / kg (0%) Sofala · Mapira: 24.20 MZN / kg (0%) Sofala · Mexoeira: 14.00 MZN / kg (0%) Sofala · Milho: 22.08 MZN / kg (0%) Tete · Arroz: 59.33 MZN / kg (0%) Tete · Milho: 15.93 MZN / kg (0%) Zambézia · Arroz: 24.47 MZN / kg (0%) Zambézia · Milho: 14.36 MZN / kg (0%)
Sociedade 4 anos atrás

Insegurança alimentar reduz mas continua em níveis de alerta

Um total de 10% da população moçambicana vive em situação de insegurança alimentar aguda, que é um dos níveis de falta de alimentos que pode ameaçar a vida dos afectados.

Os dados constam do relatório da Segurança Alimentar Pós-Colheita, divulgado nesta quarta-feira, pelo Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER).

Apesar de preocupantes, os dados indicam uma redução de três por cento de pessoas neste nível de “stress”, comparativamente ao anterior estudo, que apontava para 13% da população, facto destacado pelo ministro do pelouro, Celso Correia, falando no lançamento do relatório.

“Estamos a reduzir o número de pessoas em insegurança alimentar. Falávamos que a tendência global é de aumentar, mas nós estamos a reduzir ao nosso ritmo. Acreditamos que estamos, talvez, no caminho certo”, assinalou Celso Correia.

Outro dado destacado no relatório tem a ver como número de pessoas que conseguem satisfazer as suas necessidades alimentares mínimas.

“Cerca de 38% da população consegue satisfazer as suas necessidades alimentares mínimas” explicou o ministro que, ainda assim, reconhece que as pessoas neste grupo, “têm que recorrer a estratégias de sobrevivência para suprir as suas necessidades não alimentares”.

O relatório, produzido pelo Secretariado Técnico de Segurança Alimentar e Nutricional (Setsan), que se baseou num inquérito que teve como amostra 12.890 agregados familiares de 151 distritos indica que, durante o período coberto pelo levantamento “cerca de 90% da população moçambicana teve uma dieta aceitável para satisfazer as suas necessidades energéticas diárias no período de pós-colheita”.

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