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REVISTA TERRA A Voz do Agro e Ambiente
Cotações ICM
Cabo Delgado · Arroz: 28.12 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Mapira: 25.55 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Mexoeira: 40.83 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Milho: 17.46 MZN / kg (0%) Gaza · Arroz casca: 25.67 MZN / kg (0%) Gaza · Milho: 21.40 MZN / kg (0%) Inhambane · Arroz (casca): 41.00 MZN / kg (0%) Inhambane · Mapira: 60.00 MZN / kg (0%) Inhambane · Milho Branco: 48.33 MZN / kg (0%) Manica · Arroz: 22.50 MZN / kg (0%) Manica · Mapira: 16.58 MZN / kg (0%) Manica · Mexoeira: 15.04 MZN / kg (0%) Manica · Milho: 19.17 MZN / kg (0%) Maputo · Arroz: 70.63 MZN / kg (0%) Maputo · Milho Branco: 44.58 MZN / kg (0%) Nampula · Arroz: 22.00 MZN / kg (0%) Nampula · Mapira: 20.00 MZN / kg (0%) Nampula · Mexoeira: 30.00 MZN / kg (0%) Nampula · Milho: 19.32 MZN / kg (0%) Niassa · Arroz: 67.20 MZN / kg (0%) Niassa · Mapira: 15.00 MZN / kg (0%) Niassa · Milho: 15.61 MZN / kg (0%) Sofala · Arroz: 40.00 MZN / kg (0%) Sofala · Mapira: 24.20 MZN / kg (0%) Sofala · Mexoeira: 14.00 MZN / kg (0%) Sofala · Milho: 22.08 MZN / kg (0%) Tete · Arroz: 59.33 MZN / kg (0%) Tete · Milho: 15.93 MZN / kg (0%) Zambézia · Arroz: 24.47 MZN / kg (0%) Zambézia · Milho: 14.36 MZN / kg (0%)
Sociedade 3 semanas atrás

Governo reforça medidas para proteger campanha agrícola face ao El Niño

O Governo moçambicano está a reforçar a preparação para a época chuvosa 2026/2027, com medidas destinadas a reduzir os impactos do El Niño sobre a agricultura, pecuária e disponibilidade de água.

De acordo com uma nota emitida nesta sexta-feira, na agricultura, o Executivo prevê medidas como a massificação do uso de “sementes tolerantes à seca, agricultura de conservação, extensão rural e pequena irrigação”, sobretudo onde existam fontes sustentáveis de água.

Segundo apuramos, a estratégia procura reduzir as perdas de culturas num cenário de menor disponibilidade hídrica e preparar os produtores para condições climáticas menos favoráveis.

Para a pecuária, o plano de acção projecta medidas para assegurar pontos de água e o acesso a recursos essenciais, numa tentativa de reduzir a mortalidade do gado e a venda forçada de animais pelas famílias afectadas.

Através de uma nota oficial que tivemos acesso, o Governo alerta ainda para possíveis reduções dos caudais dos principais rios e dos níveis das albufeiras, com impactos sobre o consumo humano, agricultura, pecuária e outras actividades económicas.

A gestão dos recursos hídricos deverá seguir uma “definição progressiva de prioridades”, privilegiando o consumo humano, a saúde, a produção alimentar crítica e o abeberamento do gado, refere a nota.

Em caso de agravamento da escassez, o Governo admite “restrições graduais para usos de menor prioridade”, enquanto reforça a monitoria das albufeiras, rios e águas subterrâneas para permitir uma intervenção antecipada.

A resposta inclui ainda planos de contingência para unidades sanitárias, escolas e outras infra-estruturas estratégicas, além do reforço da vigilância de doenças relacionadas com água insegura e da prevenção da malnutrição.

Segundo o comunicado, as acções deverão ser coordenadas entre os sectores da água, agricultura, energia, saúde, protecção social e gestão de riscos, numa abordagem destinada a garantir que “a informação climática seja transformada em decisões e acções concretas”.

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