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REVISTA TERRA A Voz do Agro e Ambiente
Cotações ICM
Cabo Delgado · Arroz: 28.12 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Mapira: 25.55 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Mexoeira: 40.83 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Milho: 17.46 MZN / kg (0%) Gaza · Arroz casca: 25.67 MZN / kg (0%) Gaza · Milho: 21.40 MZN / kg (0%) Inhambane · Arroz (casca): 41.00 MZN / kg (0%) Inhambane · Mapira: 60.00 MZN / kg (0%) Inhambane · Milho Branco: 48.33 MZN / kg (0%) Manica · Arroz: 22.50 MZN / kg (0%) Manica · Mapira: 16.58 MZN / kg (0%) Manica · Mexoeira: 15.04 MZN / kg (0%) Manica · Milho: 19.17 MZN / kg (0%) Maputo · Arroz: 70.63 MZN / kg (0%) Maputo · Milho Branco: 44.58 MZN / kg (0%) Nampula · Arroz: 22.00 MZN / kg (0%) Nampula · Mapira: 20.00 MZN / kg (0%) Nampula · Mexoeira: 30.00 MZN / kg (0%) Nampula · Milho: 19.32 MZN / kg (0%) Niassa · Arroz: 67.20 MZN / kg (0%) Niassa · Mapira: 15.00 MZN / kg (0%) Niassa · Milho: 15.61 MZN / kg (0%) Sofala · Arroz: 40.00 MZN / kg (0%) Sofala · Mapira: 24.20 MZN / kg (0%) Sofala · Mexoeira: 14.00 MZN / kg (0%) Sofala · Milho: 22.08 MZN / kg (0%) Tete · Arroz: 59.33 MZN / kg (0%) Tete · Milho: 15.93 MZN / kg (0%) Zambézia · Arroz: 24.47 MZN / kg (0%) Zambézia · Milho: 14.36 MZN / kg (0%)
Sociedade 1 ano atrás

Acção climática entra na agenda das igrejas em Moçambique

O que antes era interpretado apenas como um sinal bíblico do “fim dos tempos” passou a exigir uma nova abordagem à luz da fé.

As igrejas nacionais filiadas ao Conselho Cristão de Moçambique estão a intensificar o seu envolvimento em actividades de activismo ambiental, como forma de contribuir para o movimento global pela acção climática.

De acordo com o presidente daquela organização, reverendo Rodrigues Dambo, a igreja tem vindo a abandonar uma postura de distanciamento face às questões ambientais.

O que antes era interpretado apenas como um sinal bíblico do “fim dos tempos” passou a exigir uma nova abordagem à luz da fé.

“Inicialmente, a igreja olhava para as mudanças climáticas como uma manifestação do fim dos tempos. E, sendo o fim, não haveria nada a fazer senão aguardar. Mas, ao longo do tempo, percebemos que é preciso considerar também a acção humana que está a acelerar esse processo. Por meio de estudos científicos, a igreja passou a compreender melhor o fenómeno”, explicou o reverendo, à margem do workshop sobre “Diálogo de Género e Mudanças Climáticas”, realizado nesta terça-feira (3), na cidade de Maputo, sob os auspícios do Comitê Ecuménico para o Desenvolvimento Social (CEDES).

No novo entendimento, as igrejas são chamadas a uma actuação mais proactiva, contribuindo para mitigar os efeitos da crise climática.

“Neste momento, a igreja contribui através da educação e da sensibilização para a redução de práticas nocivas ao ambiente. Algumas congregações estão envolvidas na luta contra as queimadas e outras, contra o desmatamento”, acrescentou.

Recentemente, o CEDES promoveu um encontro na cidade de Chimoio, província de Manica, com foco na capacitação das igrejas para a prevenção de desastres climáticos — incluindo a promoção de resiliência na construção de templos e estruturas comunitárias.

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