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Meio Ambiente 1 ano atrás

Moçambique quer cortar 500 milhões de tCO2e em cinco anos

Aerial view of a forest fire in Porto Jofre, Pantanal, Mato Grosso state, Brazil, on September 5, 2021. - The Amazon basin has, until recently, absorbed large amounts of humankind's ballooning carbon emissions, helping stave off the nightmare of unchecked climate change. But studies indicate the rainforest is hurtling toward a "tipping point," at which it will dry up and turn to savannah, its 390 billion trees dying off en masse. Already, the destruction is quickening, especially since far-right President Jair Bolsonaro took office in 2019 in Brazil -- home to 60 percent of the Amazon -- with a push to open protected lands to agribusiness and mining. (Photo by CARL DE SOUZA / AFP)

Lançado Programa Nacional de Gestão Sustentável de Resíduos (ValoRe), uma iniciativa que tem como objectivo fortalecer a infraestrutura para o tratamento e destino final adequado dos resíduos e promover cadeias de valor focadas na reciclagem e recuperação de materiais.

Moçambique prevê reduzir, até 2030, um total de 519 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente (tCO2e) de emissões directas e indirectas, o correspondente a cerca de metade da meta estabelecida na Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) para o sector de resíduos em Moçambique.

Para o efeito o Governo já assegurou um financiamento de 18,4 milhões de euros do “Mitigation Action Facility”, um mecanismo de apoio destinado a países em desenvolvimento e economias emergentes para ajudar na mitigação dos impactos ambientais.

De acordo o Secretário de Estado da Terra e Ambiente, Gustavo Dgedge, o valor vai financiar a implementação do Programa Nacional de Gestão Sustentável de Resíduos (ValoRe), uma iniciativa lançada oficialmente nesta sexta-feira (28), em Maputo,  que tem como objectivo, fortalecer a infraestrutura para o tratamento e destino final adequado dos resíduos, ao mesmo tempo que se promovem cadeias de valor focadas na reciclagem e recuperação de materiais.

Para além do apoio financeiro externo, o Estado moçambicano prevê investir 700 milhões de meticais para fortalecer a iniciativa. Parte desse valor será financiado através do futuro Imposto Ambiental sobre Embalagens (TAE), um mecanismo concebido para garantir investimentos contínuos e estimular o uso de matérias-primas locais, além de fomentar a indústria transformadora nacional.

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