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REVISTA TERRA A Voz do Agro e Ambiente
Cotações ICM
Cabo Delgado · Arroz: 28.12 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Mapira: 25.55 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Mexoeira: 40.83 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Milho: 17.46 MZN / kg (0%) Gaza · Arroz casca: 25.67 MZN / kg (0%) Gaza · Milho: 21.40 MZN / kg (0%) Inhambane · Arroz (casca): 41.00 MZN / kg (0%) Inhambane · Mapira: 60.00 MZN / kg (0%) Inhambane · Milho Branco: 48.33 MZN / kg (0%) Manica · Arroz: 22.50 MZN / kg (0%) Manica · Mapira: 16.58 MZN / kg (0%) Manica · Mexoeira: 15.04 MZN / kg (0%) Manica · Milho: 19.17 MZN / kg (0%) Maputo · Arroz: 70.63 MZN / kg (0%) Maputo · Milho Branco: 44.58 MZN / kg (0%) Nampula · Arroz: 22.00 MZN / kg (0%) Nampula · Mapira: 20.00 MZN / kg (0%) Nampula · Mexoeira: 30.00 MZN / kg (0%) Nampula · Milho: 19.32 MZN / kg (0%) Niassa · Arroz: 67.20 MZN / kg (0%) Niassa · Mapira: 15.00 MZN / kg (0%) Niassa · Milho: 15.61 MZN / kg (0%) Sofala · Arroz: 40.00 MZN / kg (0%) Sofala · Mapira: 24.20 MZN / kg (0%) Sofala · Mexoeira: 14.00 MZN / kg (0%) Sofala · Milho: 22.08 MZN / kg (0%) Tete · Arroz: 59.33 MZN / kg (0%) Tete · Milho: 15.93 MZN / kg (0%) Zambézia · Arroz: 24.47 MZN / kg (0%) Zambézia · Milho: 14.36 MZN / kg (0%)
Internacional 2 anos atrás

Novo relatório aponta caminhos alternativos para financiar combate à fome

South Sudan, Bilkey Payam, Akobo County, Jonglei state, 3 January 2021 In the Photo: Nyal Chol Liech Muon (30) preparing the meal after collecting food at WFP's distribution point in Bilkey Payam where most of the recently displaced families escaping violence and flooding have sought shelter. Cash and food distribution are the only means available to support the vulnerable population in Akobo east. Nyal Chol is a woman who built an impressive dyke to shield her and her large family from drowning in floodwaters. Nyal Chol refused to leave her home by the riverbank, fearing her children would struggle if they become displaced. The last WFP distribution in Akobo County took place in August 2020 to cover people’s needs in the lean season. But due to people's inability to access their farmlands because of conflict, WFP resumed its access and distributions to Akobo east at the end of December 2020. Photo: WFP/Theresa Piorr

A actual estrutura de financiamento para segurança alimentar e nutrição é ineficaz devido à sua fragmentação

As Nações Unidas vão lançar a 24 do mês em curso, um novo relatório sobre a Situação da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo, que traz como principal elemento, a nova abordagem necessária para melhorar o financiamento deste problema ao nível global.

De acordo com as linhas gerais do novo relatório, divulgados pelos órgãos oficiais do Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), “a actual estrutura de financiamento para segurança alimentar e nutrição é ineficaz devido à sua fragmentação, falta de consenso sobre prioridades e a prevalência de vários actores focados em projectos pequenos e de curto prazo”, facto que deve ser invertida, para melhorar os resultados visando atingir o objectivo global de Fome Zero.

O relatório observa ainda que as definições de financiamento para segurança alimentar e nutrição, e as diferenças entre elas, levam a estimativas inconsistentes, causando problemas na identificação de áreas subfinanciadas e defende, por isso, que “ uma definição e mapeamento comuns são urgentemente necessários, pois os esforços actuais carecem de atenção e clareza adequadas”.

Falando recentemente, em Nova Iorque, Maximo Torero Cullen, Economista-Chefe da FAO deu uma breve visão sobre o relatório e a nova abordagem sugerida para melhor sucesso no combate aos desafios actuais.

“Maior sucesso na ampliação do financiamento para essas áreas poderia ser alcançado por meio de melhor alinhamento e sinergia entre diferentes fontes de financiamento. Dada a natureza complexa e multissetorial da segurança alimentar e nutrição, o cenário financeiro deve se afastar de uma abordagem compartimentada para uma perspectiva mais holística. Isso permitiria que as partes interessadas integrassem os objectivos de segurança alimentar e nutrição em fluxos de financiamento e investimentos mais amplos”, frisou.

 

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