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REVISTA TERRA A Voz do Agro e Ambiente
Cotações ICM
Cabo Delgado · Arroz: 28.12 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Mapira: 25.55 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Mexoeira: 40.83 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Milho: 17.46 MZN / kg (0%) Gaza · Arroz casca: 25.67 MZN / kg (0%) Gaza · Milho: 21.40 MZN / kg (0%) Inhambane · Arroz (casca): 41.00 MZN / kg (0%) Inhambane · Mapira: 60.00 MZN / kg (0%) Inhambane · Milho Branco: 48.33 MZN / kg (0%) Manica · Arroz: 22.50 MZN / kg (0%) Manica · Mapira: 16.58 MZN / kg (0%) Manica · Mexoeira: 15.04 MZN / kg (0%) Manica · Milho: 19.17 MZN / kg (0%) Maputo · Arroz: 70.63 MZN / kg (0%) Maputo · Milho Branco: 44.58 MZN / kg (0%) Nampula · Arroz: 22.00 MZN / kg (0%) Nampula · Mapira: 20.00 MZN / kg (0%) Nampula · Mexoeira: 30.00 MZN / kg (0%) Nampula · Milho: 19.32 MZN / kg (0%) Niassa · Arroz: 67.20 MZN / kg (0%) Niassa · Mapira: 15.00 MZN / kg (0%) Niassa · Milho: 15.61 MZN / kg (0%) Sofala · Arroz: 40.00 MZN / kg (0%) Sofala · Mapira: 24.20 MZN / kg (0%) Sofala · Mexoeira: 14.00 MZN / kg (0%) Sofala · Milho: 22.08 MZN / kg (0%) Tete · Arroz: 59.33 MZN / kg (0%) Tete · Milho: 15.93 MZN / kg (0%) Zambézia · Arroz: 24.47 MZN / kg (0%) Zambézia · Milho: 14.36 MZN / kg (0%)
Política 1 semana atrás

MAAP em Conselho de alinhamento do novo ciclo

O Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas (MAAP) está, desde está quinta-feira (8) reunido, no município da Matola, no primeiro Conselho Coordenador convocado para alinhar as estratégias para revolucionar a actuação nos campo.

Sob o lema “Construindo um Sector mais Produtivo, Competitivo e Resiliente”, técnicos e administrativos do sector, a vários níveis, afinam os principais instrumentos orientadores que vão determinar a nova forma de abordagem ministerial aos desafios agrários e ambientais, com base num ecossistema que, segundo o ministro do pelouro, Roberto Mito Albino, deve ter como principal foco os resultados e o impacto nacional.

Falando na abertura da sessão, Roberto Albino apontou para a necessidade de introdução de reformas na forma como o sector agrário, pesqueiro e ambiental funciona, com foco na remoção de barreiras que dificultam a produção, o investimento e o acesso aos serviços.

“Reformar significa também eliminar barreiras que dificultam a produção, o investimento e o acesso aos serviços”, afirmou Albino.

Com base nos potencial agro-ecológico que o país detêm, o ministro defendeu que “esse potencial precisa de ser acompanhado por conhecimento, tecnologia, infra-estruturas, financiamento, serviços e mercados para se transformar em oportunidades económicas”.

Nas prioridades orientadoras do novo ciclo, o MAAP defende uma maior articulação entre o Estado, sector privado, banca, organizações de produtores, academia e parceiros de cooperação.

“O Estado deve criar as condições para o florescimento de negócios agrários e pesqueiros. O investimento deve encontrar oportunidades. E quem produz deve encontrar mercado”, salientou.

Em jeito de resumo, Roberto Albino quer que a reforma seja medida pelo que muda no terreno, com impacto real a todos os níveis.

“Haverá transformação quando uma família produzir mais e perder menos, quando uma pequena produção se tornar negócio, quando o pescador melhorar a sua produção e rendimento e quando as comunidades estiverem mais preparadas para enfrentar choques climáticos”, sintetizou.

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