|
REVISTA TERRA A Voz do Agro e Ambiente
Cotações ICM
Cabo Delgado · Arroz: 28.12 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Mapira: 25.55 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Mexoeira: 40.83 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Milho: 17.46 MZN / kg (0%) Gaza · Arroz casca: 25.67 MZN / kg (0%) Gaza · Milho: 21.40 MZN / kg (0%) Inhambane · Arroz (casca): 41.00 MZN / kg (0%) Inhambane · Mapira: 60.00 MZN / kg (0%) Inhambane · Milho Branco: 48.33 MZN / kg (0%) Manica · Arroz: 22.50 MZN / kg (0%) Manica · Mapira: 16.58 MZN / kg (0%) Manica · Mexoeira: 15.04 MZN / kg (0%) Manica · Milho: 19.17 MZN / kg (0%) Maputo · Arroz: 70.63 MZN / kg (0%) Maputo · Milho Branco: 44.58 MZN / kg (0%) Nampula · Arroz: 22.00 MZN / kg (0%) Nampula · Mapira: 20.00 MZN / kg (0%) Nampula · Mexoeira: 30.00 MZN / kg (0%) Nampula · Milho: 19.32 MZN / kg (0%) Niassa · Arroz: 67.20 MZN / kg (0%) Niassa · Mapira: 15.00 MZN / kg (0%) Niassa · Milho: 15.61 MZN / kg (0%) Sofala · Arroz: 40.00 MZN / kg (0%) Sofala · Mapira: 24.20 MZN / kg (0%) Sofala · Mexoeira: 14.00 MZN / kg (0%) Sofala · Milho: 22.08 MZN / kg (0%) Tete · Arroz: 59.33 MZN / kg (0%) Tete · Milho: 15.93 MZN / kg (0%) Zambézia · Arroz: 24.47 MZN / kg (0%) Zambézia · Milho: 14.36 MZN / kg (0%)
Economia 12 horas atrás

Contrabando de castanha e gergelim sangra receitas do Estado

Nos últimos três anos, 35 mil toneladas de castanha de caju foram exportados ilegalmente, em esquemas que lesaram o Estado em 457 milhões de meticais.

O Ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, Roberto Mito Albino, anunciou hoje (7) uma guerra aberta ao contrabando de comodities agrícolas, protagonizada por rede de exportadores, que continuam a lucrar à custa da fuga ao fisco.

Segundo dados anunciados nesta quarta-feira, nos últimos três anos, um total de 35 mil toneladas de castanha de caju foram exportados ilegalmente, em esquemas que lesaram o Estado em 457 milhões de meticais.

Falando perante operadores da cadeia de valor da castanha de caju, numa sessão que juntou os prqincipaisnoperadores desta commoditie, Roberto Albino disse ter chegado a hora de dar um basta a esta situação, salientando a necessidade do reforço de medidas contra os contrabandistas.

“Eu defendo que se nós queremos acabar com o contrabando, temos quendeixar de tratar os contrabandistas como apenas lnfractores administrativos, temos que criminalizar”, disse o ministro.

Segundo o ministro, parte dos casos de exportação ilegal é identificada através do cruzamento de informações dos serviços alfandegârios dos países de destino, com destaques para a Índia e o Vietname que, regra geral, não condizem com as declarações feitas pelos operadores do lado moçambicano.

O caso do gergelim

Para além da castanha, o gergelim lidera a lista de produtos que maior rede de contrabandistas envolve.

De acordo com Roberto Albino, há actualmente uma lista de 52 empresas que operam no país indiciadas na exportação ilegal numa factura que totaliza 260 milhões de dólares de prejuízo ao Estado

Perante esta situação aos autoridades do sector agrícola querem acelerar o processo de digitalização do processo do sector, para que todo o processo de comercialização aconteça nas plataformas digitais, como uma das medidas para acabar com o contrabando.

siga-nos

Ao vivo

Radio +Agro

A voz do agro e ambiente

Ouvir agora