|
REVISTA TERRA A Voz do Agro e Ambiente
Cotações ICM
Cabo Delgado · Arroz: 28.12 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Mapira: 25.55 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Mexoeira: 40.83 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Milho: 17.46 MZN / kg (0%) Gaza · Arroz casca: 25.67 MZN / kg (0%) Gaza · Milho: 21.40 MZN / kg (0%) Inhambane · Arroz (casca): 41.00 MZN / kg (0%) Inhambane · Mapira: 60.00 MZN / kg (0%) Inhambane · Milho Branco: 48.33 MZN / kg (0%) Manica · Arroz: 22.50 MZN / kg (0%) Manica · Mapira: 16.58 MZN / kg (0%) Manica · Mexoeira: 15.04 MZN / kg (0%) Manica · Milho: 19.17 MZN / kg (0%) Maputo · Arroz: 70.63 MZN / kg (0%) Maputo · Milho Branco: 44.58 MZN / kg (0%) Nampula · Arroz: 22.00 MZN / kg (0%) Nampula · Mapira: 20.00 MZN / kg (0%) Nampula · Mexoeira: 30.00 MZN / kg (0%) Nampula · Milho: 19.32 MZN / kg (0%) Niassa · Arroz: 67.20 MZN / kg (0%) Niassa · Mapira: 15.00 MZN / kg (0%) Niassa · Milho: 15.61 MZN / kg (0%) Sofala · Arroz: 40.00 MZN / kg (0%) Sofala · Mapira: 24.20 MZN / kg (0%) Sofala · Mexoeira: 14.00 MZN / kg (0%) Sofala · Milho: 22.08 MZN / kg (0%) Tete · Arroz: 59.33 MZN / kg (0%) Tete · Milho: 15.93 MZN / kg (0%) Zambézia · Arroz: 24.47 MZN / kg (0%) Zambézia · Milho: 14.36 MZN / kg (0%)
Economia 3 anos atrás

Governo diz que não haverá mais isenção do IVA para a Indústria de óleos e sabões

O Ministro da Indústria e Comércio, Silvino Moreno, garante que a cobrança do IVA na indústria de óleos, sabões e açúcar voltou para ficar e não haverá mais alívio deste imposto.

Depois de três anos de isenção dos 17% aplicáveis para o IVA, a cobrança deste imposto voltou a ser feito desde o início de Janeiro do corrente ano, gerando uma contestação do sindicato da indústria que opera neste sector, que considera que a medida vai asfixiar as empresas.

“Não pesamos em votar a retirar o IVA. Há um trabalho de verificação para perceber se os objectivos que levaram à retirada do IVA foram atingidos” frisou Moreno, falando à imprensa, na passada sexta-feira.

A última vaga de isenção do pagamento do IVA vigorou de Janeiro do ano 2000 até 31 de Janeiro de 2013 e abrangia a venda do açúcar e a compra de matérias-primas, produtos intermediários, peças, equipamentos e componentes, efectuadas pela indústria açucareira nacional.

O objectivo da medida era a mitigação dos efeitos da COVID 19 naquele sector industrial e gerar uma almofada de crescimento para o sector empresarial, uma situação que, segundo o ministro, foi mal aproveitada pelos beneficiários.

“Os nossos empresários não souberam aproveitar a oportunidade dada, para crescer mais um pouco e criarem uma actividade sólida” avaliou o governante.

A retomada da cobrança do IVA provocou uma escalada do preço do açúcar, sabões e óleos de produção nacional, o que para o Governo, pelo menos para o início do ano não fazia qualquer sentido.

“O IVA não é custo, é um imposto. Portanto, não era suposto que os produtos aumentassem em Janeiro porque os produtos já tinham sido produzidos há algum tempo” disse o ministro frisando a seguir que “a oportunidade que o Governo deu, infelizmente, não teve benefício para o consumidor. Nós queremos que a Industria perceba que é preciso trabalhar e precisa trazer solidez nas suas actividades” concluiu. Mais sobre o assunto.

siga-nos

Ao vivo

Radio +Agro

A voz do agro e ambiente

Ouvir agora