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REVISTA TERRA A Voz do Agro e Ambiente
Cotações ICM
Cabo Delgado · Arroz: 28.12 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Mapira: 25.55 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Mexoeira: 40.83 MZN / kg (0%) Cabo Delgado · Milho: 17.46 MZN / kg (0%) Gaza · Arroz casca: 25.67 MZN / kg (0%) Gaza · Milho: 21.40 MZN / kg (0%) Inhambane · Arroz (casca): 41.00 MZN / kg (0%) Inhambane · Mapira: 60.00 MZN / kg (0%) Inhambane · Milho Branco: 48.33 MZN / kg (0%) Manica · Arroz: 22.50 MZN / kg (0%) Manica · Mapira: 16.58 MZN / kg (0%) Manica · Mexoeira: 15.04 MZN / kg (0%) Manica · Milho: 19.17 MZN / kg (0%) Maputo · Arroz: 70.63 MZN / kg (0%) Maputo · Milho Branco: 44.58 MZN / kg (0%) Nampula · Arroz: 22.00 MZN / kg (0%) Nampula · Mapira: 20.00 MZN / kg (0%) Nampula · Mexoeira: 30.00 MZN / kg (0%) Nampula · Milho: 19.32 MZN / kg (0%) Niassa · Arroz: 67.20 MZN / kg (0%) Niassa · Mapira: 15.00 MZN / kg (0%) Niassa · Milho: 15.61 MZN / kg (0%) Sofala · Arroz: 40.00 MZN / kg (0%) Sofala · Mapira: 24.20 MZN / kg (0%) Sofala · Mexoeira: 14.00 MZN / kg (0%) Sofala · Milho: 22.08 MZN / kg (0%) Tete · Arroz: 59.33 MZN / kg (0%) Tete · Milho: 15.93 MZN / kg (0%) Zambézia · Arroz: 24.47 MZN / kg (0%) Zambézia · Milho: 14.36 MZN / kg (0%)
Economia 3 anos atrás

Estudo indica que Moçambique precisa de 19% do PIB para acções de adaptação pós-cheias e seca

-Relatório do Banco Africano de Desenvolvimento diz que o país precisa de maior mobilização do sector privado financiar iniciativas sustentáveis ​​e contribuir para os objectivos de crescimento verde.

O Banco Africano para o Desenvolvimento (AfDB – na terminologia inglesa) diz que Moçambique deve avançar com uma mobilização do sector privado, em larga escala, por forma a atingir as suas ambições de acção climática e “crescimento verde”.

Num relatório intitulado “Mobilizando Financiamento do Sector Privado para o Clima e Crescimento Verde”, lançado nesta quinta-feira, a instituição reconhece que Moçambique têm demonstrado um forte cometimento político com o crescimento da economia verde e fez grandes progressos na priorização de acções climáticas, contudo, realça as limitações de financiamento como um dos grandes desafios.

“Apesar do forte cometimento com o “crescimento verde” o financiamento a esses esforços têm sido desafiante” escreve o relatório, apontando “as limitações no acesso a crédito internacional a taxas competitivas” como um dos factores.

Segundo contas daquela entidade, o país necessita de valor equivalente a pouco mais de 19% do seu PIB (Produto Interno Bruto) para programas de adaptação aos efeitos pós-cheias e seca.

Face ao défice de financiamento, o relatório indica que “para que o país atinja as suas ambições climáticas é necessário que haja uma mobilização e larga escala do financiamento do sector privado”.

Num contesto em que a grande maioria do financiamento do sector privado ao país vai para a indústria extractiva, o banco defende uma mudança de paradigma.

“Embora tenham sido observados investimentos do sector privado em Moçambique, o seu foco está predominantemente em sectores que não apoiam directamente o crescimento verde, como é o caso das indústrias extractivas. Portanto, há uma necessidade premente de redireccionar e expandir o investimento do sector privado para responder à crescente procura de iniciativas sustentáveis ​​e contribuir para os objectivos de crescimento verde” sugere o relatório.

Por outro lado, aquela instituição financeira volta a destacar a necessidade de uma diversificação da economia, promovendo ligações, por exemplo, entre a indústria do gás natural com os sectores da agricultura e pescas.

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